Vem de dentro, vem de mim...

terça-feira, 30 de novembro de 2010



Na construção interior nem todas as pedras são iguais. Há pedras mais importantes que outras. E todos temos aquelas pedras que guardamos de forma especial por fazerem todo o sentido na nossa construção.






Algumas estão porque se impõem com razão, outras estão porque sim, outras ainda porque não mas não se retira nem com ferros, outras ficaram por compaixão e outras estão, não pela sua importância mas pelo que representam, porque estão ligadas a momentos fortes da vida.






Também há aquelas que não deviam estar, que nunca deviam ter sido colocadas ali, nunca se lhes devia ter dado autorização para integrarem a nossa construção pessoal. Tudo no fundo é passageiro e relativo, só não é relativa a escolha que fazemos.





Quer dizer, não é relativo que tome o primeiro lugar aquela pedra que não devia ter entrado na construção. Não devia ter o primeiro lugar a pedra desajustada que estraga toda a construção. Não devia ter primazia a pedra que não vem para construir.

Quando a minha escolha recai sobre estas pedras tudo fica ameaçado, eu em primeiro lugar e logo a seguir toda a minha vida. É preciso saber escolher a pedra fundamental, dizem é é a pedra rejeitada. Aquela que rejeitamos em primeiro lugar é a que se torna fundamental e que teremos que ir buscar se queremos suter toda a construção.