Vem de dentro, vem de mim...

sábado, 1 de outubro de 2011

É estranho (muito estranho) depender de algo que muitas vezes não nos pertence, algo que parece sempre fugir e se esconder, sentir saudade daquilo que não possuímos .Tento entender o porque dessa falta, como posso querer tanto assim o que nunca foi meu, o que nunca senti nem vivi, mas como sempre acabo no meu quarto sozinha, onde minhas únicas companhias são: a folha de papel e minha caneta azul, assim passo horas escrevendo e imaginando como seria perfeito um dia de muito sol no parque tomando sorvete, o seu de uva, o meu de chocolate e nós dois tão felizes e apaixonados, parecemos uma só pessoa. Começamos a caçoar dos meus tombos e das suas trapalhadas, (juntos somos um verdadeiro desastre) olhamos o céu incrível da tarde de Setembro, cantamos e cantamos aquela nossa canção, até os pássaros param para nos ouvir... tudo acompanhado dos seus lindos olhos castanhos, você sabe que eles me prendem cada vez mais. Ah como é bom sonhar tudo tão incrível, tão mágico, perfeitamente inesquecível, porém a parte difícil chega e me dou conta de que nada disso é real, pelo menos comigo não é o tipo de coisa que acontece (não mesmo), no meu universo é apenas um sonho ter um verdadeiro amor, na vida real não existem essas aventuras e isso me revolta, pois sou do tipo de pessoa que ama viver e não consegue esperar. Droga, essa ideia de que estou sozinha me atormenta demais, definitivamente PRECISO DE VOCÊ... tudo bem eu já me dei conta: com certeza a paciência é uma virtude de poucos e infelizmente eu não estou nesse grupo, mas agora só me resta esperar, por quanto tempo? Eu não sei dizer, mas sinto que juntos faremos valer a pena!