Vem de dentro, vem de mim...

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Fulgura

A Palavra fulgura em minha mente
Depois valseia como brisa leve.
E cai no chão, transforma-se em semente,
E vai brotando de maneira breve.

Rompe as paredes frígidas de neve
E se transmuda em lava efervescente.
Chega às mãos que em desenhos a descreve
Passando a ser mensagem num repente.

A Palavra fulgura em minha mente
Depois valseia como brisa leve.
E cai no chão, transforma-se em semente,
E vai brotando de maneira breve.

Rompe as paredes frígidas de neve
E se transmuda em lava efervescente.
Chega às mãos que em desenhos a descreve
Passando a ser mensagem num repente.

No correr dos delírios dos minutos,
Freme em folhas e flores, fulge em frutos,
E cascateia em versos de prazer.

A Palavra na força que me doma
Faz-me invencível gladiador de Roma
No intrépido desejo de vencer!

Gilmara Mantovani
Cascavel 17/05/2010-

No correr dos delírios dos minutos,
Freme em folhas e flores, fulge em frutos,
E cascateia em versos de prazer.

A Palavra na força que me doma
Faz-me invencível gladiador de Roma
No intrépido desejo de vencer!

Gilmara Mantovani
Cascavel 17/05/2010-