Vem de dentro, vem de mim...

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Gosto de escrever. Gosto de deixar a alma conectar-se as mãos e aliviar meus pensamentos.
Gosto mais ainda de saber que sou lida. Ultimamente tenho observado que muitas pessoas tem dito que estão me "lendo". A sensação é boa.
O sentimento é o mais nobre, e penso que é isso mesmo, como diria Fernando Pessoa: "Sentir, sinta quem lê!"
Sempre acreditei que quando escrevesse seria para dizer algo sem falar exatamente.
Que isso seria entendido mesmo sem ser dito. As pessoas seriam capazes de me decifrar. Isso me causa nudez, mas prefiro que me saibam sem eu precisar olhar nos olhos. é tolice, também!
Só sei que pelas palavras já fui muito, já amei por outra pessoa um alguém que nem conheço, já agradeci por coisas que nunca fiz, já fiz conclusão de trabalho que nem estudei. Já quase arranjei emprego. Já fiz muitos chorarem. E muito já chorei.
Contei verdades simples e falei muita besteira, coisa impensada que poderia ser discutidas por muito tempo.
NO entanto o que mais gosto de pensar quando escrevo, é que pra você que Lê eu preciso mostrar algo que talvez vc tenha esquecido ou precisa fazer, ou até mesmo repensar. Acredito ser essa a minha função, por isso agradeço e sinto que se você sair daqui melhor do que quando começou a ler já cumpri minha tarefa.
E penso que acima de tudo isso aqui deve funcionar como de fato é o nome: tabuleiro da alma. Todo mundo joga e todo mundo contribui, mas aqui ninguém perde. Todo mundo ganha alguma coisa. E acima de tudo paciência né, porque ler esse tamanho de post não é fácil.
Obrigada!

***chega de falar hoje!